A antecipação da renovação, com apoio de Moscou, sinaliza um gesto estratégico de aproximação entre Rússia e Brasil em meio às restrições impostas à Rússia por causa da guerra na Ucrânia.
Putin já havia manifestado, ainda em 2024, a intenção de manter Dilma no posto.
Apesar das limitações de seu governo junto ao banco por conta das sanções internacionais, a permanência da petista é vista como uma aposta do Kremlin na construção de alianças futuras.
Fontes ligadas à diplomacia afirmam que o líder russo espera contar com o apoio brasileiro em novas indicações, quando a situação internacional do país se normalizar.
A reeleição também repercutiu no Brasil.
“Parabéns, presidenta Dilma Rousseff, pela recondução à presidência do Novo Banco de Desenvolvimento.
Sob sua direção, o Banco dos Brics vem cumprindo importante papel no desenvolvimento de nossos países”, escreveu a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, nas redes sociais. horabrasilia
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