Em sua publicação, Marina citou casos recentes que ilustrariam essa disparidade:
“Deltan [Dallagnol] cassado por uma regra inventada. [Carla] Zambelli cassada por falar de urna. Marcel [van Hattem] na mira por um discurso na tribuna.
Moro quase cassado e réu por uma piada. Mas Janones, que confessou rachadinha, segue tranquilo.”
Acusações de perseguição política e leniência com corrupção
A economista também fez uma declaração forte sobre a suposta parcialidade da Justiça em relação aos políticos conservadores:
“Legalizaram a corrupção e criminalizaram a oposição.”
Na legenda do post, Marina Helena reforçou sua crítica, afirmando que a cassação e a inelegibilidade no Brasil seguem um critério ideológico:
“No Brasil, o critério para colocar pessoas na mira de cassação e inelegibilidade é tigrão com quem faz oposição, mas tchutchuca com quem confessa corrupção, como os descondenados da Lava Jato e o próprio Janones. Algo de muito errado não está certo.”
A referência à confissão do deputado André Janones (Avante-MG) sobre a prática de rachadinha, sem que houvesse consequências jurídicas imediatas, foi um dos pontos centrais da crítica.
Enquanto isso, segundo Marina, políticos de direita enfrentam processos e punições por ações muito menos graves.
O discurso ecoa um sentimento crescente entre setores conservadores, que veem no Judiciário uma atuação politizada, protegendo aliados e perseguindo opositores.


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