Os depósitos seguem o número final do cartão do benefício, desconsiderando o dígito após o hífen.
Há dois cronogramas diferentes: um para quem recebe até um salário mínimo e outro para segurados com renda acima do piso nacional.
Os segurados podem consultar o extrato de pagamento pelo site ou aplicativo Meu INSS, na opção “Extrato de pagamento”.
Também é possível obter informações pelo telefone 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h.
Até um salário mínimo
Final 1: 23 de fevereiro
Final 2: 24 de fevereiro
Final 3: 25 de fevereiro
Final 4: 26 de fevereiro
Final 5: 27 de fevereiro
Final 6: 2 de março
Final 7: 3 de março
Final 8: 4 de março
Final 9: 5 de março
Final 0: 6 de março
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Já os segurados que recebem acima do piso terão os créditos liberados a partir de 2 de março:
Acima do salário mínimo
Finais 1 e 6: 2 de março
Finais 2 e 7: 3 de março
Finais 3 e 8: 4 de março
Finais 4 e 9: 5 de março
Finais 5 e 0: 6 de março
Atualmente, mais de 12,2 milhões de benefícios pagos pelo INSS têm valor superior ao salário mínimo.
Reajuste de 3,90% e novo teto
Os benefícios acima do piso foram reajustados em 3,90%, conforme a Portaria Interministerial MPS/MF nº 13, publicada em 9 de janeiro.
A atualização está em vigor desde 1º de janeiro de 2026 e tem como objetivo preservar o poder de compra dos segurados.
Com isso, o teto previdenciário passou para R$ 8.475,55. O novo limite também vale para o salário de benefício e o salário de contribuição, que não podem ser inferiores a R$ 1.621,00 nem superiores ao teto.
As faixas de contribuição também foram atualizadas:
7,5% para salários até R$ 1.621,00
9% para salários entre R$ 1.621,01 e R$ 2.902,84
12% para salários entre R$ 2.902,85 e R$ 4.354,27
14% para salários entre R$ 4.354,28 e R$ 8.475,55
A diária paga a segurados ou dependentes que precisam se deslocar para perícia médica ou reabilitação profissional também foi reajustada e passou a R$ 141,63.
Ressarcimento de descontos indevidos
Além dos pagamentos regulares, o INSS segue liberando valores referentes ao ressarcimento de descontos indevidos aplicados em benefícios.
Até o momento, o governo federal já pagou R$ 2,9 bilhões a 4,3 milhões de segurados.
Os valores são depositados diretamente na conta onde o beneficiário já recebe o pagamento mensal, com correção pela inflação.
mix digital pedro eilvine / www.jornalsantanoticia.com.br


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